Cuiabá (MT), quinta, 24 de abril de 2014
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Quinta, 31 de março de 2011, 17h30

Bandidos marcam muros das casas como indicaçoes para assaltos.




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 Silval e Mauro anfitriões

Dilma Rousseff retorna a Mato Grosso pela terceira vez em seu mandado e a segunda vez neste ano. Conforme a agenda do Palácio do Planalto, a presidente desembarca no aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande por volta das 10h. Primeiro vai participar da entrega das chaves de um residencial com quase 700 casas no Parque Cuiabá. Depois, visitará para reconhecimento a Arena Pantanal e por fim deverá se reunir novamente com empresários do Agronegócio. A previsão é que o percurso interno seja feito de helicóptero.

 Fora do roteiro

A pretendida inauguração do estádio com a presença da presidente foi suspensa. O empreendimento não está 100% concluído e certamente sobrariam desgastes para Dilma, em franca campanha pela reeleição. A entrega oficial da Arena Pantanal foi estendida para a primeira quinzena de maio, segundo a Secopa.

 Golsafio

Os mais precavidos já avisam: que Dilma não invente de querer dar um chute ao gol durante a visita ao estádio. A não ser que não tenha receio em ser chamada de pé frio. Ninguém ainda conseguiu acertar tal feito no local. No jogo de abertura, quando ocorreu o primeiro teste, o placar ficou em 0X0. Ontem, durante visita de membros da FIFA, Ronaldo Fenômeno tentou, mas não conseguiu emplacar um gol.

 Desconforto

O senador Pedro Taques tenta disfarçar, sem êxito, o constrangimento que as declarações do prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz, lhe causaram dentro e fora do grupo político da oposição.

 Efeito surpresa

Percival, um aliado do senador de longa data, disse em entrevista ao site Midia News que Taques é um político que tem problema com os políticos e que esse distanciamento dos partidos e dos políticos aponta para um certo oportunismo com a população.

 Como fica?

Sabe-se que a Política também é a arte da composição e que em algum momento não tão distante, Taques terá que compor com aliados e inimigos se quiser realmente disputar o Governo do Estado. Tratando-se de Taques, o molde dessa composição é um mistério e a cada dia, pelo seu comportamento egocêntrico, se mostra mais nebuloso. Fato que poderá levar ao enfraquecimento interno e externo a campanha do pré- candidato, até então favorito nas pesquisas e que desde o início vem mantendo a dianteira.

 Enfrentamento

Percival não falou apenas isso, disse mais e revelou o que muitos companheiros pensam e nunca tiveram coragem de falar com medo das intimidações de Pedro Taques. Exceção no grupo oposicionista ocorreu apenas com o senador Jayme Campos e o deputado federal Júlio Campos, ambos do DEM. Eles criticaram há poucos meses algumas posturas de Taques, entre elas a incapacidade de liderar e promover a unidade entre os partidos que formam o bloco oposicionista no Estado.

 Precedente

Jayme e Júlio, à época foram vozes isoladas. Agora, com o reforço de Percival, possível será que o coro amplie os componentes.

 Sabidão

Pessoas da convivência próxima ao senador Pedro Taques garantem que ele não ficou apenas bravo com as declarações de Percival Muniz. Ele ficou irado. Por mais que se intitule democrático e constitucionalista, quem o conhece sabe que ele não aceita ser contrariado, nem contestado. Além de paladino da moralidade, Taques também é o doutor sabe tudo, mesmo na política, onde ainda não saiu da estreia. Outra característica que tenta manter oculta é o desejo de que todos lhes sejam subservientes.

Eparre

Quarta, 23 de abril de 2014
Welton Nunes
O apoio do Maggi por menos que se possa pretender é essencial.

Quarta, 23 de abril de 2014
Marcelo Freitas
O Riva bateu duro, hein? Vote. Mas isso não é briga pro deputado. É apenas um impulso pessoal em defesa do genro. Riva é da paz.

Quarta, 23 de abril de 2014
K.W.
Acho o grupo político competente. Maggi tem razão. Precisa haver renovação. Ele seria o "velho" contra o "novo". Agora que o Julier é neófito lá isso é mesmo.

Quarta, 23 de abril de 2014
Leonir Monteiro
Acho o Taques um bom professor de Direito e um bom senador. Será o relator perfeito para o Código Penal. Espero que ele conclua esse trabalho no Senado e por isso não voto nele para governador.

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