Cuiabá (MT), quarta, 24 de agosto de 2016
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Quinta, 31 de março de 2011, 17h30

Bandidos marcam muros das casas como indicaçoes para assaltos.




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Eparre

 Rufando tambores


As "tribos" políticas rufam tambores num claro sinal de que se preparam para um forte embate eleitoral. Como se sabe, o rufar de tambores, tinha exemplo psicológico sobre a tropa e, às vezes, o som era tão alto que muitos soldados debandavam antes dos tiros dos canhões.

 Cavalos brancos


Nesta fase todos os comandantes parecem montados nos respectivos e ornamentados cavalos brancos para liderarem as batalhas com o cuidado, é claro, de se cercarem de bons guerreiros capazes de lhes abrirem passagem e conterem eventuais ameaças. Em realidade há alguma semelhança com o jogo de xadrez: o rei sem movimentos ou proteção determina o fim da partida.

 Cavalos "paraguaios"


Mas há os, também, "cavalos paraguaios" que chegam à corrida reluzentes, bem nutridos e paramentados capazes de impressionar a plateia pelo simples olhar. O problema, ao fim, é o desempenho na corrida já que este animal é conhecido pela pujança no arranque e dificuldades de chegada.

 Emanuel não é contra Taques


O deputado Emanuel Pinheiro, atualmente no PMDB, enfatiza que não é contra o governador Pedro Taques, mas, em seguida, desfecha um ataque sobre os atrasos nas obras do VLT como se o atual chefe do Paiaguás não tivesse herdado o problema da gestão Silval Barbosa à qual o deputado, por clara conveniencia eleitoral, prefere se manter distante.

 Nem parece do mesmo PMDB


Emanuel Pinheiro, enquanto Silval era governador, frequentava as rodas do poder com assiduidade. Mantinha "relações umbilicais" com o governo Silval que, agora envolvido em sérios problemas com a Justiça, parece leproso aos antigos puxa-sacos. Se Emanuel pudesse diria jamais ter pertencido ao PMDB ao invés de se posicionar como seu líder, Carlos Bezerra, que lavrou: "O PMDB tem gente como em todos os Partidos e cada um responde pelas decisões que tomar e pelo mal que fizer".

 Prodigalidade nas emendas


Enquanto desfilava pelos centros de decisão no governo passado, Emanuel Pinheiro conseguia, como ninguém, liberar as respectivas "emendas parlamentares". Silval tinha lá seu "time predileto" e o atual candidato a prefeito era um deles. Talvez seja por isso que o deputado tenha mirado o governador a quem promete não atacar, mas, ataca.

 Contrariando Antero


Parece que Emanuel Pinheiro (PMDB), com personalidade própria, resolveu contrariar seu marqueteiro, Antero Paes de Barros, que foi o primeiro a erguer a "bandeira branca" ao pedir que o governador, independente de quem for o prefeito, dedique afinco a Cuiabá. Pois é. APB precisa, mais do que dizer à imprensa, falar isso no ouvido de seu candidato.

 Wilson e a "artilharia"


Do alto de uma rejeição de 37%, Wilson Santos não anda lá muito preocupado com o "rufar dos tambores" e os preparativos da Artilharia. Sabe que a campanha vai lhe proporcionar a oportunidade de se reapresentar ao eleitorado com a humildade necessária para reconhecer o equívoco da disputa em 2010 e dar sequencia ao melhor de sua primeira gestão e, em particular, concluir o Rodoanel sabendo que a população lhe dá o crédito de ter feito a maior obra viária dos últimos 30 anos: a Avenida das Torres, entre outras.

 Portfolio


WS está revisitando o portfolio de obras de sua passagem pela Prefeitura, feitas com o vigor indispensável a quem não dispunha das bênçãos do Paiguás, com outras proposições que o apoio de Taques vai lhe assegurar. Inegável que Taques e Mauro Mendes, não necessariamente nessa ordem, tenham notável valor nessa campanha.

 Julier x radar


Julier retoma um embate que já elegeu o atual conselheiro e ex-deputado estadual Sérgio Ricardo: a lua contra os radares. Isso é tema geral das grandes metrópolis, mas um dado é inegável: a redução no número de acidentes e de mortes é um dado inelutável. Como conciliar o combate aos radares com os resultados obtidos na prevenção dos acidentes parecem coisas difíceis de serem conciliadas, em autêntico desafio à retórica.

Eparre

Segunda, 22 de agosto de 2016
Lucio Ferreira
O KW exagerou na caipirinha assistindo a jogo de voley. Só pode.

Domingo, 21 de agosto de 2016
K.W.
Essa coluna é um primor para decodificar a marquetagem e a politicagem. Mostra, também, a "guerra dos marqueteiros" apesar de um pouco mais de continencia do Kleber Lima. Deve estar pondo a casa em ordem depois da desistencia do Mauro.

Sexta, 19 de agosto de 2016
K.W.
Como conseguimos por uma turma de refinados pilantras tanto na presidencia quanto em Ministérios como uma "solução para o Brasil". Isso é que é asssalto. Assalto ao poder e sua expressão maior na Casa da Moeda. Perto dos ladrões de Banco isso é fichinha.

Sexta, 19 de agosto de 2016
Marcio
Li essa coluna e me deu até arrepio. Minha nossa. E os mais antigos dizem que esses crápulas se propunham a restaurar a democracia e a honestidade na política.

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