Cuiabá (MT), sexta, 28 de novembro de 2014
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Quinta, 31 de março de 2011, 17h30

Bandidos marcam muros das casas como indicaçoes para assaltos.




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Eparre

 MPE x PGE


Dorgival Veras, ex-procurador geral do Estado, foi excluído da Operação "Cartas Marcadas" em sede de habeas corpus decidido pelo Tribunal de Justiça que nem, ao menos, constatou a emissão de pareceres sobre cartas de crédito cabendo-lhe, tão somente, gerenciar a rotina da instituição que chefiou.

 Inclusão


O MPE, a despeito da decisão tomada pelo Tribunal, propôs a incriminação do ex-procurador-geral incluindo-o, de vez, na "Operação Cartas Marcadas", talvez para que o assunto, já debatido, fosse submetido a reexame. Ou se tem informação de mais ou informação de menos nesse caso. De resto, apenas estranheza.

 Os "reis das cartas"


A operação com essa "quase moeda" para a liquitação de passivos tributários com o Estado foi um manah para muitos. Foi um arranjo interessante, até certo ponto, para servidores que, de outra forma, teriam imensas dificuldades para reaver créditos decorrentes da emenda Roberto França que visou corrigir injustiças que começaram em períodos anteriores com os atrasos no pagamento de servidores.

 Certas ou erradas?


Houve cartas "certas" e outras, por certo - parece até cacofonia - "marcadas" como se popularizou a ação conduzida pelo MPE.

 Mecanismos incompreensíveis


A engenharia financeira para o resgate do principal, correção de haveres e participação do Funajuris era uma obra para iniciados. A cada nova fornada renovando a Lei Bosaipo (a primeira que tratou do assunto) alguns novos penduricalhos tornando o emaranhado cada vez mais difícil de ser compreendido.

 Fábrica de lucros


Os "deságios" foram as verdadeiras "fábricas de lucros". A "mão invisível" do mercado atuou na fixação de valores e até estabeleceu gradações de confiabilidade nos instrumentos de crédito emitidos. Há até quem diga que cartas iguais receberam tratamentos diferentes e, já transitadas e sem reclamações, transformaram-se em caso encerrado. Até quando?

Eparre

Quinta, 27 de novembro de 2014
Sergio Araujo
A juíza agiu de forma desassombrada e em sintonia com o que pensa a sociedade. Por acaso não viram a manifestação pela escolha de conselheiros "fichas limpas"? Muito bem feito.

Quarta, 26 de novembro de 2014
Ubiraci
Essa decisão é de uma estupidez insana. Quer dizer que os atos praticados pelo sr. Humberto como conselheiro será, também, nulos? Ora...se já geraram efeitos como nulificar? Nenhum tribunal vai sustentar tamanha idiotice.

Quarta, 26 de novembro de 2014
Edson Luiz
O Blairo tem feito alguma coisa pelos municípios. A gente esperava mais, mas...

Quarta, 26 de novembro de 2014
Fabrício
Caras. Gostei da reportagem sobre os avanços e recuos do Taques. é assim mesmo. O cara é meio perfeccionista e não quer errar. Deve ser por isso.

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