Cuiabá (MT), sábado, 01 de outubro de 2016
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Quinta, 31 de março de 2011, 17h30

Bandidos marcam muros das casas como indicaçoes para assaltos.




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Eparre

 Bate-boca (1)


O primeiro foi na sessão de impeachment. A senadora Gleisi Hoffman (PT) e o senador Ronaldo Caiado (DEM) protagonizaram uma discussão séria que chegou ao ponto da senadora dizer que "os senadores não têm condições morais de julgar a presidenta Dilma". De fato, não têm. O povo já aprendeu como se comportam os políticos e eventuais exceções não desmerecem a regra geral: aprendem a malandragem no exercício da vereança, aperfeiçoam como prefeito, melhoram mais como deputados estaduais, especializam-se como deputados federais e refinam-se como senadores.

 Bate boca (2)


Carlos Fávaro (PSD), vice-governador, e o deputado federal Fábio Garcia (PSB) também trocaram desaforos em tom alto. Precisou intervenção da "turma do deixa-disso" para as coisas se acalmarem.

 Barranco x Taborelli


O deputado eleito Waldir Barranco (PT) que até hoje não conseguiu exercitar o mandato por rejeição de contas pelo TCE foi beneficiado pela decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu as inelegibilidades decretadas pela Corte de Contas. Assume em lugar de Pery Taborelli (PV), este em plena campanha para a Prefeitura de Várzea Grande.

 Começou o horário eleitoral gratuito


As "inserções" no Rádio e TV começaram e, com isso, as campanhas majoritárias se encorpam. Os "VTs", jingles e spots, peças publicitárias utilizadas nessas ocasiões, são bastante criativos. Em regra não diferem da qualidade do material produzido pelas Televisões e, em alguns canais, são até melhores.

 Bombardeio


No ritmo proposto pela nova legislação eleitoral, as tais "inserções" vão se constituir em autêntico bombardeio. Não vão poupar os programas de maior audiência. É exatamente o que esperam as coordenações de campanha que consideram o horário eleitoral gratuito essencial.

 Largada x chegada


Como sempre a velha discussão: quem será o alazão e quem o "cavalo paraguaio". O último é bom de arranque mas se cansa ao longo da campanha. O segundo costuma manter o galope com constância e por mais tempo. O problema está na variável tempo: será que os "cavalos paraguaios", enfim, terão reconhecida a capacidade de arrancada?

 Nanicos


Com a decisão do STF, os candidatos de Partidos nanicos voltam a participar dos debates eleitorais a depender dos resultados que obtenham em pesquisas registradas nos Tribunais e que demonstrem a relevância da respectiva participação. Taí. Mais "judicialização" da política.

Eparre

Segunda, 22 de agosto de 2016
Lucio Ferreira
O KW exagerou na caipirinha assistindo a jogo de voley. Só pode.

Domingo, 21 de agosto de 2016
K.W.
Essa coluna é um primor para decodificar a marquetagem e a politicagem. Mostra, também, a "guerra dos marqueteiros" apesar de um pouco mais de continencia do Kleber Lima. Deve estar pondo a casa em ordem depois da desistencia do Mauro.

Sexta, 19 de agosto de 2016
K.W.
Como conseguimos por uma turma de refinados pilantras tanto na presidencia quanto em Ministérios como uma "solução para o Brasil". Isso é que é asssalto. Assalto ao poder e sua expressão maior na Casa da Moeda. Perto dos ladrões de Banco isso é fichinha.

Sexta, 19 de agosto de 2016
Marcio
Li essa coluna e me deu até arrepio. Minha nossa. E os mais antigos dizem que esses crápulas se propunham a restaurar a democracia e a honestidade na política.

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