Cuiabá (MT), quinta, 17 de abril de 2014
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Quinta, 31 de março de 2011, 17h30

Bandidos marcam muros das casas como indicaçoes para assaltos.




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Eparre

 Baixando a temperatura


Não se trata das condições meteorológicas que durante alguns dias pegaram os cuiabanos de surpresa. Trata-se da temperatura política. No panorama nacional e no cenário local.

 Agenda política


O único dos candidatos a governador com agenda política ainda é o senador Pedro Taques, mas, como ninguém é de ferro, reservou algum tempo para descanso. Leva a risca o ditado: "cobra que não anda não engole sapo".

  Refresco


Tempo de refresco para João Emanuel. Continua às voltas com a Comissão de Ética, Câmara Municipal e, agora, com uma decisão provisória da desembargadora Maria Aparecida Ribeiro que suspendeu a sessão em que o mandato do vereador iria à degola.

 "Casa dos Horrores"


Ninguém sabe de onde surgiu, mas, toma corpo, dimensão e forma a denominação "Casa dos Horrores" para a Câmara Municipal de Cuiabá. Essa expressão foi cunhada na passagem de Deucimar pela presidência da Casa. Como foi o incentivador das cassações de Lutero Ponce e Ralf Leite, o apelido, se é que existia antes, ganhou dinâmica própria.

  A "maldição"


Dizem que o lugar é, de fato, mal assombrado. Antigos vigias do tempo em que o prédio serviu ao Legislativo Estadual diziam que era "a maldição do Campo do Ourique". Muitos ouviam correntes se arrastando, portas batendo e outras atividades noturnas e, quando buscavam saber do que se tratava, não viam ninguém.

  O "enforcado"


Diz a lenda que o Campo do Ourique serviu para as execuções decretadas ao tempo do Império. Conta-se de um enforcamento onde o patíbulo ficou exposto durante longo tempo. Tratava-se de um garimpeiro que foi flagrado sonegando "o quinto da Coroa" quando se extraía muito ouro na província. A execução serviu de exemplo.

 Sem registro

Turma do EPA procurou nos Arquivos Públicos algum registro oficial da época. Nada foi encontrado. Constatou-se que, no rito processual do Império, no contexto tanto das Ordenações Manuelinas quanto das Filipinas, era atribuição do Imperador homologar qualquer execução. Se aconteceu, de fato, deve existir registro nos Arquivos Nacionais já que o processo teria que, obrigatoriamente, chegar ao Rio de Janeiro, antiga capital do Império.

  "Jo no....pero las hay, las hay"


O velho ditado espanhol com relação às bruxas certamente é aplicável no caso da Câmara Municipal. Ninguém crê nas bruxas, mas, que elas existem, existem...

Eparre

Quarta, 16 de abril de 2014
Plinio
O Taques vai pra campanha em boa companhia. Tudo o que não presta na política vai agarrar na barra da calça dele.

Quarta, 16 de abril de 2014
Tércio Neves
Porque vcs não acompanham o promotor Sergio Tatiy que desde fevereiro de 2012 está investigando o "Mato Grosso 100% Equipado"? Vcs estão faturando a Amaggi também? Não vi uma notinha a respeito.

Quarta, 16 de abril de 2014
Edna Amorim
Sou amiga do João Emanuel e sei do sofrimento que ele está passando. Emagreceu e perdeu o sorriso feliz mostrado por ele e a Janaína. Vocês também estão destruindo a vida dele.

Terça, 15 de abril de 2014
Oséias Machado
Concordo com o site. O texto em defesa do João Emanuel é, como vocês mesmo dizem, uma "reporcagem"!

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