Cuiabá (MT), quinta, 18 de outubro de 2018
Eparre
Terça, 09 de outubro de 2018
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Relax

As equipes de campanha vencedoras entraram em momento de "relax". Depois do sufoco da apuração vem, de fato, esse momento de calmaria.


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Até o pagamento

E esse momento de calmaria costuma durar até o próximo pagamento. Pelo número de cobranças judiciais em andamento, o marketing político se tornou muito arriscado embora haja outras formas de compensação pelos serviços prestados e não constantes, obrigatoriamente, de prestação de contas de campanha.


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Como as bruxas

"Jo no lo creo en las brujas, pero las hay, las hay". Ainda há muitas "bruxas" à solta nesse período pos-eleitoral. Ninguém sabe até onde as vassouras vão conduzi-las.


Segunda, 08 de outubro de 2018
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Retomada

Daqui a pouco haverá novo chamamento às urnas, pois, as eleições presidenciais não se concluiram no primeiro turno como se apregoava por aqui e de forma até agressiva. Que houve um esforço muito grande para "fechar a fatura" no primeiro turno não há dúvida, um movimento que os Institutos de Pesquisa não ignoraram, mas, não conseguiram quantificar de forma adequada.


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Eleição do whatszapp

O aplicativo de mensagem se prestou a tudo, principalmente à divulgação das "fake news". Os Tribunais Eleitorais, sobretudo o TSE, ficou apenas nos discursos do ex-ministro daquela Corte, Fux, que garantia combate a esse tipo de desinformação.


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Rotundo fracasso

TSE e TREs são responsáveis pelo rotundo fracasso do combate às "fake news", inclusive os que afetaram as próprias instituições cujo trabalho foi colocado em dúvida sem nenhum contraponto. Os "bandidos" conduziram a eleição como quiseram sem qualquer movimento mais decente do aparato institucional incumbido da repressão.


Quinta, 27 de setembro de 2018
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Arrogância e pretensão

Pensava-se que esses eram apenas defeitos mais evidentes de Pedro Taques, mas, parece que MM rivaliza com o ocupante do Palácio Paiguás. E, ainda, com o sabor da trairagem já que o melhor prefeito de Cuiabá, ao tempo de Mauro Mendes, foi o próprio governador que forneceu os meios e investimentos para que a administração do ex-prefeito brilhasse. Com méritos próprios, mas, com ajuda, brilhou.


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Outros tempos

Os tempos agora são outros. MT se prepara para um grande retrocesso por mais que o atual governador seja "incompreendido" pelos servidores. O fantasma do "RGA" vai influenciar nesta eleição e, por certo, catapultar uma certa candidatura a deputada estadual que, em determinado ponto da greve de 69 dias, chegou a ser declarada "musa do RGA".


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Grana extra

O acordo com a Petrobrás gerou uma boa receita para o Estado: quase R$ 380 milhões para reforçar o caixa do governo. Desta vez, por certo, o governador deve abreviar o pagamento da folha. Pagando no dia 10, ou não, o desgaste está feito e sem perspectiva de recomposição.


Quarta, 26 de setembro de 2018
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Abulia

Tem-se a impressão que Mato Grosso, do ponto de vista das eleições, não é um Estado da Federação. A campanha nacional é extremamente abúlica por aqui. Os meios de comunicação locais sempre foram omissos, exceto pela obrigatoriedade de veicular o horário eleitoral gratuito. No mais, apatia geral, com um ou outro evento de candidatos.


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Esforço final

MM entra num esforço de reta final e dá tratamento estatístico com "ares de definitivo" por uma definição em primeiro turno. Não é difícil entender essa estratégia. MM tem um histórico de "esvaziamento" no confronto direto proporcionado pelo segundo turno. Então, melhor levar no primeiro, antes que as suas contradições ganhem contornos mais fortes e a população descubra, quem, de fato, MM é.


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Negociata

Há muita reclamação de candidatos nas eleições proporcionais com a divisão das verbas tanto do Fundo Partidário quanto do Fundo de Financiamento. Em matéria de verbas públicas, quando direcionadas a campanhas eleitorais, deve vigorar o princípio que rege todos os administrativos. Entre eles, um que, seguramente, não está acontecendo: isonomia.


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Competitividade

Sem isonomia entre os recursos distribuídos não há competitividade. Como esperar que um candidato concorra em pé de igualdade se não dispõe dos mesmos recursos do que seus concorrentes? Esse é um problema. Outro: porque detentores de mandato recebem o "cacife" no valor máximo?


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Sacanagem

O que era para garantir, quanto a verbas públicas, se transformou numa grande "sacanagem" das cúpulas partidárias, capazes de definir, pela simples alocação de recursos, quem vai ou não para o trono.


Terça, 25 de setembro de 2018
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Corecon e Pilatos

A Comissão Eleitoral do Corecon fez como Pilatos em passagem bíblica: lavou as mãos, ou, burocraticamente, jogou a bola na lateral. O assunto é, portanto, de outra esfera por mais reais e abundantes as provas dos fatos elencados a tisnarem a capacidade de representação de Edsantos Amorim.




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Eparre

Terça, 25 de setembro de 2018
Jurandir
Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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