Cuiabá (MT), domingo, 23 de setembro de 2018
Eparre
Domingo, 23 de setembro de 2018
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Sufoco

Pedro Taques está no sufoco. Vê o fim do mandato sem vislumbrar uma perspectiva de renovação. Há apostas de que a carreira política do governador termina em 31/12 engolfada pelas incoerências que não conseguiu suplantar.


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Resistencia

O Comitê Eleitoral de Taques vai levar a resistência até o final numa aposta de que MM reflua num segundo turno como já aconteceu anteriormente por mais que eleições não se repetem. As defecções que podem afetar o governador na reta final ainda não se verificaram e a diáspora, por enquanto, parece contida.


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Renovação ou mais do mesmo?

Há quem aposte numa renovação nos quadros da Assembleia Legislativa, mas, fala-se, pelos cantos, em mais do mesmo. Tem-se uma razão: após a onda de prisões preventivas ou temporárias ou noticiário se amenizou e trouxe esperanças a quem pretende continuar. Por enquanto, dúvida atroz.


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Calote da AL

A Assembleia Legislativa vem usando um expediente para serenar os ânimos da mídia: renovar as esperanças de recebimento de valores que sequer foram processados no ano devido (2016). A "Notificação Extrajudicial" promovida pelos prejudicados, se não foram perfiladas nos tais "Restos a Pagar" serão apenas mais uma frustração. A operação.


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Cala a boca

A operação recebeu um nome bem apropriado: "Cala a boca". Os esperançosos de que os trocados irriguem os cofres preferem não se exaltar, mas, os endividados não parecem dispostos a buscar um eventual SPCiro para se haverem com as respectivas obrigações.


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Operação Esparadrapo

O Executivo preferiu outro caminho: processou devidamente os Restos a Pagar e editou um decreto para garantir o pagamento das dívidas em 11 meses sem juros ou correção monetária. Ninguém garante, no entanto, que um novo chefe, apesar da impessoalidade da administração pública, leve isso a sério quando assumir. Esta operação tem recebido um nome hospitalar: "Esparadrapo".


Segunda, 11 de junho de 2018
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Campanha confusa

Há uma imensa articulação para o Caixa 2 conduzida pelos candidatos nas eleições proporcionais. Como a lição não parece ter sido aprendida e há muita gente precisando do mandato para se manter em liberdade tudo indica que não se verá grandes modificações na composição do Parlamento, tanto federal quanto estadual.


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Majoritária indefinida

Mauro Mendes protagoniza o suspense. Não diz que sim, nem que não. Muita gente gostaria que o quadro para candidatos a governador estivesse definido. Por enquanto continua apenas no nível de desejo. A Copa do Mundo não parece ter despertado tanto entusiasmo.


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Frio na fria

Os candidatos, em decorrência das competições, raciocinam com eleições anteriores, devidamente esquecidos de que o país vive um momento atípico e caminhando para uma encruzilhada. Até onde vai o aprofundamento do golpe ante a deterioração econômica que se vive? Ou seja, é uma "fria" no frio que parece ter dado uma trégua mas deve retornar.


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A escolha do candidato

O eleitorado está mais exigente em relação às candidaturas e hoje privilegia a "honestidade" em detrimento da "experiência". Isso significa que trajetória política anterior pode, inclusive, colocar em risco a biografia do candidato. Políticos profissionais caminham para a rejeição, mas, como detêm a máquina partidária na mão vão fintar tudo e todos para chegarem lá.


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Legalidade formal

A atipicidade do momento eleitoral em que a principal liderança política do país, Lula, continua na prisão transtorna o ambiente de pesquisas eleitorais. O PT continua com um grande "ativo político" que deve ganhar mais relevância ainda se mantido preso. Será a resposta à Justiça que não respondeu às normas e tratou de criar "para situações excepcionais, soluções excepcionais". Ingressamos, portanto, numa moderna ditadura sob o disfarce da legalidade formal.


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Regime de exceção

Só um regime de exceção promoveria o julgamento de Lula em tempo recorde:menos de 18 meses entre a denúncia e a condenação em segunda instância. A mesma pressa não se observa quanto à admissibilidade de recursos às instâncias superiores: Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça e Recurso Extraordinário ao Supremo Tribunal Federal. E os "togados" não gostam do rótulo de "golpistas". Alguns, de fato, não o são. Mas, apenas alguns.


Quarta, 02 de maio de 2018
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Candidatura firme

Taques tinha, no início, diversos opositores, mas, com o andar da carruagem, o número de competidores foi se reduzindo e, apesar do desgaste, o governador vai se candidatar à reeleição. Aos observadores mais atentos, no entanto, parece que a aproximação das eleições não mudou o jeito e o estilo do chefe do Paiaguás. Para alguns continua habitualmente azedo, para outros mal educado, mas, para alguns, sempre educado. É a definição que mais se arrisca.


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Educado

A depender, ainda, do interlocutor, Taques trata seus interlocutores de forma polida. Daí ao reconhecimento de que é uma pessoa "educada", certamente no sentido de bons modos. Há quem se diga do círculo mais próximo e que só sabe dizer que o governador é uma esfinge. A Esfinge é o exemplo de construção mais enigmática da história do Antigo Egito. Alguns historiadores não a caracterizam como necessariamente má. Por outro lado, há quem não entenda como boa.


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"Eleição, nascimento e garimpo só depois da apuração"

Garimpeiros mais antigos costumam definir a imprecisão dos resultados de uma frente de lavra depois que desmontam o barranco, peneiram o material, para, ao final do longo processo, concentrar todo o trabalho numa bateia. São instantes de ansiedade que levam o garimpeiro a aguardar o surgimento dos primeiros sinais do metal amarelo. Os giros finais e a sedimentação do ouro definem o "resumo da bateia". Daí o dito popular: sexo de uma criança, só depois de nascer (antes não existia ultrassom). Eleição, só depois de fechadas as urnas e contados os votos: "apuração". Daí a tríade que compõe o famoso adágio popular.




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Eparre

Sexta, 16 de fevereiro de 2018
K.W.
Estranha a edição. Essas agressões na Fecomercio não são gratuitas. Há muita sede de poder. Só pode.

Sexta, 15 de dezembro de 2017
Juvenal
Respondendo ao amigo.
Ficou para depois do carnaval..
Vai Brasillll!!!

Sexta, 08 de dezembro de 2017
Roberto Alves
Alguém acredita que a reforma da previdência sai em 2017?

Terça, 15 de agosto de 2017

Vocês estão todos no grampo. Se não for ilegalmente alguém da Justiça já deve ter determinado grampo em vocês. Ta todo mundo quietinho e aprovando prisão de qualquer jeito e vocês acham que prisão é pro cara ficar no bem bom?

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