Cuiabá (MT), quinta, 18 de outubro de 2018
Turma do Epa
Quinta, 19 de abril de 2018, 18h38
Chapeu SUCESSÃO

Taques rejeita cabresto

Recusa a terceirizar o "governo" gerou atritos
Itamar Perenha  / Cuiabá-MT

Bem verdade que Pedro Taques, deve, em boa medida, ter chegado ao governo do Estado graças a dois personagens do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Otaviano Pivetta, ex-prefeito de Lucas do Rio Verde e o deputado estadual Zeca Viana, também um ativo articulador da campanha.

Pivetta sempre foi admirador de Leonel Brizola tendo conhecido o famoso político desde o Rio Grande do Sul e sua conversão ao PDT, aqui em Mato Grosso, foi reconhecidamente tardia, mas, oportuna já que deu representação parlamentar ao Partido quando se elegeu deputado estadual.
Situação bem diversa é a de Zeca Viana.
Remanesce no Partido por conveniência já que parece ter se "adonado" da legenda, para expressar em bom "brizolês".
Nestes tempos de incerteza e mudanças, a liderança de um Partido assegura meios vitais para uma campanha e, por certo, Zeca Viana, que nada tem de ideológico e, possivelmente, sequer conheça o Estatuto do Partido, encontrou um canal de expressão que tem lhe dado a visibilidade necessária e a estrutura capaz de assegurar, no mínimo, a sua reeleição.

Rejeitando cabresto

O governador Pedro Taques, viu seus mais próximos, ambos os políticos e mais alguns agregados da classe empresarial, apostarem tudo em seu projeto senatorial e, depois, governamental, chegando ao Palácio Paiaguás onde fez questão de manter "estilo próprio" sem aceitar qualquer tipo de tutela.
As críticas de ambos, cada vez mais exacerbadas, demonstram, segundo o governador, o acerto na sua decisão de não aceitar cabresto já que, em síntese, parte do grupo que o apoiou deseja, de fato, apropriar-se de parcelas da máquina do Estado.
Ao rejeitar qualquer forma de "partilhamento", segundo o chefe do Executivo Estadual, armou-se o pé-de-briga e o combate renhido que lhe é desferido agora se deve às expectativas frustradas porque ele próprio não abre mão de governador segundo os próprios métodos e ideias.


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Eparre

 Relax


As equipes de campanha vencedoras entraram em momento de "relax". Depois do sufoco da apuração vem, de fato, esse momento de calmaria.

 Até o pagamento


E esse momento de calmaria costuma durar até o próximo pagamento. Pelo número de cobranças judiciais em andamento, o marketing político se tornou muito arriscado embora haja outras formas de compensação pelos serviços prestados e não constantes, obrigatoriamente, de prestação de contas de campanha.

 Como as bruxas


"Jo no lo creo en las brujas, pero las hay, las hay". Ainda há muitas "bruxas" à solta nesse período pos-eleitoral. Ninguém sabe até onde as vassouras vão conduzi-las.

Eparre

Terça, 25 de setembro de 2018
Jurandir
Tá difícil escolher um candidato a governador. Tirante os desconhecidos, só safados.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Luiz Roberto
Acho que o pau vai torar no segundo turno. O MM se não ganhar no primeiro não leva depois. Pode anotar. Quanto ao Corecon é mais uma das brigas como as do CRECI, CREA, CRA, CRM...Se é prestação gratuita de serviços é de estranhar tamanha generosidade. Algum benefício tem. Mesmo indireto, mas tem. Prestígio, por exemplo. Vale mais que dinheiro.

Segunda, 24 de setembro de 2018
Manoel Fernandes
Acho que o Corecon ganhou mais organização e seriedade. Sempre há uma ovelha manca em todo rebanho, mas, essa se machucou sozinha.

Domingo, 23 de setembro de 2018
Edvaldo
Entra conselho e sai conselho, Sindicados e Conselhos Regionais continuam na mesma. Um grupo que entra não quer sair e o que sai sempre quer voltar. Deve ser bom, né?

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