Cuiabá (MT), segunda, 02 de maio de 2016
Turma do Epa
Sábado, 29 de junho de 2013, 04h23
Chapeu ACORIZAL

Poluição industrial despejada no rio Cuiabá é alvo de protesto

Moradores de Acorizal inovam a pauta de reivindicação das manifestações ao incluir questões ambientais nos protestos. Exemplo deveria ser seguido por todo o Mato Grosso.
Da Redação  / Cuiabá-MT


Em meio à banalização em que se transformaram algumas manifestações populares  que pipocam no país e também em Mato Grosso, uma ideia inteligente, original e oportuna vem do município mato-grossense de Acorizal: o protesto ambiental.

Os moradores da pequena cidade com pouco mais de 5 mil habitantes vão promover neste sábado (29/06), uma manifestação  contra a poluição industrial, a qual já afeta de forma severa a sustentabilidade do rio Cuiabá, a principal fonte de recurso hídrico daquele município.

O manifesto é organizado pelo movimento “Vem Pra Rua Acorizal”, criado em rede social por meio do Facebook nesta última semana. A concentração ocorre a partir das 07h30, no centro da cidade, às margens do rio Cuiabá na altura do porto da Balsa.

Conforme a programação os manifestante vão percorrer um trajeto de 2 mil metros até a sede da indústria de gelatina, apontada pela população como uma das maiores poluidoras do rio Cuiabá no município.  

Os moradores alegam que a fábrica despeja o resíduo industrial diretamente no rio, o que está afetando o equilíbrio ambiental e trazendo uma série de consequências ao município e aos moradores, entre elas a diminuição drástica da piscosidade do rio Cuiabá, fato responsável inclusive pelo afastamento dos turistas que praticavam a pesca em Acorizal.

A falta de ação das autoridades municipais em relação ao fato também será alvo de protesto. Moradores dizem que o Executivo e o Legislativo estão assistindo o rio Cuiabá agonizar e se calaram diante das agressões praticadas.

Seguindo o modelo nacional, a manifestação em Acorizal também inclui na pauta de reivindicações o combate a corrupção e qualidade para educação, transporte e saúde. O movimento local é intitulado “Vem Pra Rua Acorizal” e seus organizadores garantem permanecer com as manifestações até as providências serem adotadas.


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Eparre

 Maggi na mira


A gestão Silval foi escalpelada pelo MPE permitindo o afloramento dos mais diversos trambiques praticados. A gestão do peemedebista foi escrutinada revelando aquilo que a sociedade intuia: um governo sem grandes pudores no trato com a "res publica". Como Silval assumiu o final da segunda gestão Maggi e se diz à boca miúda que o ex-vice e sucessor não começou nada novo, abrem-se perspectivas para que a gestão Maggi seja devidamente varejada pelo Ministério Púbico Estadual.

 Maggi e o STF


As coisas andam mal paradas para o senador Maggi que, por pouco, não embarcou no PMDB. O "x" da questão foi o preço de entrada e o domínio do Partido. O "velho" Bezerra não iria dar 54 anos de militância e controle partidário de mãos beijadas. Maggi perpassou governos do PSDB com quem entabulou profícuas negociações.

 Maggi e a proficuidade


De obscuro suplente afortunado do saudoso senador da agricultura, Jonas Pinheiro, Maggi ganhou alguma visibilidade nas oportunidades em que substituiu o diligente titular. Foram substituições temporárias, mas, extremamente profícuas para a vida empresarial de Blairo Maggi. Numa dessas ocasiões Maggi deixou o papel de coadjuvante ao vislumbrar as oportunidades negociais que a própria política proporciona.

 Maggi e a carreira empresarial e política


O sucesso empresarial de Maggi veio na esteira de seu êxito político. Venceu uma eleição para governador, como azarão, graças a uma providencial cisão do PSDB que excluiu o, então prefeito Roberto França, de uma candidatura a governador preterido pelo senador Antero Paes de Barros. Ganhou por muito pouco no primeiro turno, uma surpresa. Com a posse na condição de governador do Estado numa condição tão singular, os negócios do grupo Amaggi conquistaram uma agilidade espantosa e experimentaram um crescimento invejável.

 Maggi e o facilitário


O ex-governador e senador não sofreu arranhões na vida empresarial ainda que, de forma indistinta, se associem a evolução de suas empresas e o brilhantismo de sua carreira política. Tirante o episódio Jayme x Pagot onde celebrizou-se o "Jayme põe, Jayme tira" nada aconteceu de excepcional. O tiroteio cingiu-se apenas ao ex-secretário de Infraestrutura e Diretor-presidente do DNIT. O facilitário político de Maggi transformou-o numa figura ultrapartidária capaz de fruir as benesses do tucanato e o agasalho petista.

 Maggi e o pragmatismo


De amigo íntimo de Lula com quem chegou a visitar o Porto de Mariel em Cuba, Maggi virou a casaca como já havia virado outras vezes sem uma percepção mais acentuada. Hoje se nota como o senador se rendeu ao pragmatismo político o que o levou a sacrificar lealdades que foram, sempre, fugazes e ocasionais.

 Maggi e a contrariedade


Maggi e seu oportunismo político-negocial não pode suportar contrariedades. Tem uma incrível capacidade de encontrar embarcações sempre dispostas a servi-lo e com hora certa para aportar. A política impulsionou os negócios desde a antiga Semagil sem que ocupasse cargos públicos até o instante em que assumiu o protagonismo. Resta saber até quando o senador matogrossense continuará impoluto com a Operação Ararath nos seus calcanhares.

Eparre

Quarta, 30 de março de 2016
Lucio Ferreira
Cara, o Temer é traíra na política mas fiel ao bom gosto. Escolheu uma gata e agora camufla. Mesmo assim não apoio o Golpe. Deixa o mordomo de traidor quieto junto com o PMDBosta.

Terça, 29 de março de 2016
Ubiraci Carvalho
Será que o cara usa uma toga e já se acha dono da verdade? Impeachment sem crime de responsabilidade deve ser chamado pelo verdadeiro nome: GOLPE!

Terça, 29 de março de 2016
Tomé Nister
Será que o Temer vai conseguir esconder a primeira-dama? KKK!!!

Sexta, 18 de março de 2016
K.W.
É que os políticos engambelam todos. Onde já se viu. Congresso Constituinte? Eu nunca rendi homenagens a essa tal de Constituição Cidadã ainda que tenha evoluído alguma coisa. Mas direitos e garantias individuais estão lá só pra enfeite.

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