Cuiabá (MT), quarta, 04 de maio de 2016
Turma do Epa
Chapeu política
Chapeu direitos humanos
Ministério da Justiça cria política para reduzir número de presos no Brasil
O objetivo é reduzir o número de presos no país por meio da aplicação de punições que substituam a privação da liberdade. » Leia mais
Chapeu Economia
Mercado financeiro projeta inflação de 6,94% e queda da economia em 3,89%
A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano foi reduzida pela oitava semana consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,98% para 6,94%. » Leia mais
Chapeu dia do trabalho
Dilma anuncia reajuste de 9% do Bolsa Família e correção de 5% da tabela do IR
A presidente Dilma Rousseff anunciou hoje (1º), em ato promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), o reajuste de 9% para os beneficiários do Programa Bolsa Família - o aumento entrará em vigor ainda em 2016. » Leia mais
Chapeu DEFESA DE DILMA
Impeachment é uma situação incompreensível, segundo Cardozo
Cardozo, iniciou sua fala apresentando três requerimentos no colegiado, que acabaram sendo rejeitados » Leia mais
Chapeu Juacy da Silva
Triste fim de um governo
Quando Dilma foi reeleita para a presidência da República, há pouco mais de um ano e meio, pouca gente imaginava que o fim » Leia mais
Chapeu Maria Augusta
A Nova Mídia Social Existe?
As empresas de todo mundo já perceberam que não é mais possível engajar seu público utilizando somente whatsapp, Facebook e instagram. » Leia mais
Panorama
Eparre

 Maggi na mira


A gestão Silval foi escalpelada pelo MPE permitindo o afloramento dos mais diversos trambiques praticados. A gestão do peemedebista foi escrutinada revelando aquilo que a sociedade intuia: um governo sem grandes pudores no trato com a "res publica". Como Silval assumiu o final da segunda gestão Maggi e se diz à boca miúda que o ex-vice e sucessor não começou nada novo, abrem-se perspectivas para que a gestão Maggi seja devidamente varejada pelo Ministério Púbico Estadual.

 Maggi e o STF


As coisas andam mal paradas para o senador Maggi que, por pouco, não embarcou no PMDB. O "x" da questão foi o preço de entrada e o domínio do Partido. O "velho" Bezerra não iria dar 54 anos de militância e controle partidário de mãos beijadas. Maggi perpassou governos do PSDB com quem entabulou profícuas negociações.

 Maggi e a proficuidade


De obscuro suplente afortunado do saudoso senador da agricultura, Jonas Pinheiro, Maggi ganhou alguma visibilidade nas oportunidades em que substituiu o diligente titular. Foram substituições temporárias, mas, extremamente profícuas para a vida empresarial de Blairo Maggi. Numa dessas ocasiões Maggi deixou o papel de coadjuvante ao vislumbrar as oportunidades negociais que a própria política proporciona.

 Maggi e a carreira empresarial e política


O sucesso empresarial de Maggi veio na esteira de seu êxito político. Venceu uma eleição para governador, como azarão, graças a uma providencial cisão do PSDB que excluiu o, então prefeito Roberto França, de uma candidatura a governador preterido pelo senador Antero Paes de Barros. Ganhou por muito pouco no primeiro turno, uma surpresa. Com a posse na condição de governador do Estado numa condição tão singular, os negócios do grupo Amaggi conquistaram uma agilidade espantosa e experimentaram um crescimento invejável.

 Maggi e o facilitário


O ex-governador e senador não sofreu arranhões na vida empresarial ainda que, de forma indistinta, se associem a evolução de suas empresas e o brilhantismo de sua carreira política. Tirante o episódio Jayme x Pagot onde celebrizou-se o "Jayme põe, Jayme tira" nada aconteceu de excepcional. O tiroteio cingiu-se apenas ao ex-secretário de Infraestrutura e Diretor-presidente do DNIT. O facilitário político de Maggi transformou-o numa figura ultrapartidária capaz de fruir as benesses do tucanato e o agasalho petista.

 Maggi e o pragmatismo


De amigo íntimo de Lula com quem chegou a visitar o Porto de Mariel em Cuba, Maggi virou a casaca como já havia virado outras vezes sem uma percepção mais acentuada. Hoje se nota como o senador se rendeu ao pragmatismo político o que o levou a sacrificar lealdades que foram, sempre, fugazes e ocasionais.

 Maggi e a contrariedade


Maggi e seu oportunismo político-negocial não pode suportar contrariedades. Tem uma incrível capacidade de encontrar embarcações sempre dispostas a servi-lo e com hora certa para aportar. A política impulsionou os negócios desde a antiga Semagil sem que ocupasse cargos públicos até o instante em que assumiu o protagonismo. Resta saber até quando o senador matogrossense continuará impoluto com a Operação Ararath nos seus calcanhares.

Eparre

Quarta, 30 de março de 2016
Lucio Ferreira
Cara, o Temer é traíra na política mas fiel ao bom gosto. Escolheu uma gata e agora camufla. Mesmo assim não apoio o Golpe. Deixa o mordomo de traidor quieto junto com o PMDBosta.

Terça, 29 de março de 2016
Ubiraci Carvalho
Será que o cara usa uma toga e já se acha dono da verdade? Impeachment sem crime de responsabilidade deve ser chamado pelo verdadeiro nome: GOLPE!

Terça, 29 de março de 2016
Tomé Nister
Será que o Temer vai conseguir esconder a primeira-dama? KKK!!!

Sexta, 18 de março de 2016
K.W.
É que os políticos engambelam todos. Onde já se viu. Congresso Constituinte? Eu nunca rendi homenagens a essa tal de Constituição Cidadã ainda que tenha evoluído alguma coisa. Mas direitos e garantias individuais estão lá só pra enfeite.

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